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Fotos pela manhã, surf em Puerto Viejo pela tarde

Ontem, dia 18/08, o mar ainda estava grande, então aproveitei para tirar algumas fotos de Caballeros, já que estava programado de eu, Oscar, Ito e mais dois americanos irmos surfar em Puerto Viejo, mais ao sul de Punta Hermosa.

Aqui em Caballeros estava com um metrão, deu para tirar umas fotos boas:

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Essa é de Pico Alto, havia quatro loucos de manhã surfando na remada mesmo, com uns três ou quatro metros, só bomba pesada e gelada:

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Já essas são de Puerto Viejo. Uma esquerda muito longa, fundo de areia, correnteza um pouco forte que te joga para fora da arrebentação, remada a toda hora. Não sei ao certo, mas acho que até hoje, foi a melhor esquerda que surfei na vida (está um pouco acima das esquerdas de Moçambique, em Floripa, que surfei a uns 5 anos acho). Dei  sorte, pois na água havia duas pessoas e mais a minha  barca, com Oscar, Ito e mais dois americanos… Qualidades perfeitas, quase sem vento, de um a dois metros pesados. A primeira sessão, ao lado das pedras, é grande (dois metros) e um pouco emparedada, meio quadrada, depois fica pequena (um metro) e bem gorda, muita remada pare entrar, mas vale a pena, porque depois, na última sessão quase no inside, sobe para um metro e meio tubular, e se você tiver muito azar a onda fecha, mas o normal é ficar por uns 50 metros dessa forma:

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E esse é o Pico Alto Surf Camp, do Oscar Morante, que é super gente boa e consegue o que você precisar por aqui, momo já apontei antes:

Pico Alto Surf Camp

É um hotel simples, que vai te oferecer tudo o que precisa: cama, banheiro privado com água quente e um bom rango, e além disso, de quebra ainda tem ótimas funcionárias, que conversam, contam coisas aqui do Peru, querem aprender português, querem saber mais do Brasil. Quase todos os dias eu deixo de almoçar e jantar com os gringos e ia como junto com os funcionários, com as meninas e com os “faz de tudo” peruanos (são guias de surf, motorista, trocam moeda, conseguem pranchas para alugar ou vender… fazerm tudo para ganhar um dinheiro extra). Eu sou assim, gosto de aprender por onde passo, e aqui, com certeza estou aprendendo muito mais com as pessoas simples, que sempre viveram aqui, do que com os surfistas gringos que viajaram por todo o mundo…

Amanhã tem mais!

Aloha, hermanos!

Peru: primeiro as damas

Aqui no Peru não é diferente: primeiro as damas, depois os rapazes. Ou melhor, primeiro Señoritas e depois Caballeros.

Para quem leu o post anterior, já sabe que estou no Peru. E foi isso mesmo, nos primeiros dias, surfei Señoritas, uma esquerda boa, que quebra sempre na mesma linha, ao lado de uma bancada de pedra, mas funda. Surfei 2 metros no sábado, bem crowdeado, e 1,5 metros ontem, com crowd também… Mas os peruanos são boa gente, pelo menos não vi nada de ruim, de localismo forte.

E hoje o swell subiu bem, com uns 2 metros de ondulação, ou seja, de 2 até 4 metros de onda, dependendo da praia. Cedinho fui conferir Pico Alto, logo aqui na frente, e estavam lá dois jet-skis e dois loucos surfando 4 metros. Depois fui até Punta Rocas, com uns 3 metros e ninguém na água. Não ia ser eu o louco a cair alí, até porque não tenho tanta intimidade com ondas desse calibre.

Então a tarde fui surfar Caballeros, que estava com uns 2 metros e só 3 surfistas na água. E digo que não foi tão fácil assim, pois dois metros peruanos não são dois metros brasileiros. Aqui são dois metros pesados e gelaaaados, a onda parece até mais devagar quando vai estourar.

Já surfei em Floripa, no inverno, com dois metros na Moçambique e na Joaquina, e achei que a água era fria. Até conhecer o Peru. Aqui o comum é long john 4 e 3 mm, e o meu 3 e 2 mm é quase uma lycra. E antes de vir, estava na dúvida se comprava botinhas ou não, e pela minha sorte eu comprei, porque se entra sempre pela pedra nos picos, e porque é uma proteção muito boa para o frio (esse é o melhor benefício).

Em termos de long john, testei os três que tenho, um Billabong, um Rip Curl meio velho e um Mormaii Wave Flyer. E o Mormaii foi o melhor, está segurando muito bem o frio, e é selado, o que é indispensável aqui para o Peru. Recomendo.

Estou no Pico Alto Surf Camp, do Oscar Morante, que é muito gente boa. O que você precisar, ele dá um jeito de arrumar: carro para alugar, fotógrafo, prancha, quilhas FCS baratas, guia para comprar tranqueiras em Lima, viagem para o norte do Peru, mais para o sul… tudo.

Vamos ver como estará amanhã. Pela manhã cedinho vou tirar algumas fotos, e depois posto aqui para vocês, junto com as dessa semana.

Apenas para matar vontade:

Herradura - bem pequeno

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Aloha, hermanos!

El Peru + justificando a ausência…

Caros leitores, desculpem minha ausência nestas semanas. Como o colega Gustavo já citou em seu blog, o Surf4Ever, as vezes é um pouco complicado de alimentar um blog quando a vida está em uma fase corrida.

Buscar conteúdo legal, com informação boa, formatar, achar imagens, acaba sendo um processo demorado e até difícil. Mas, vamos que vamos, sempre em busca da onda perfeita e do post perfeito. Sempre com apoio dos leitores e dos leitores-amigos.

Falando um pouco de conteúdo, neste sábado, 15/08, embarco para o Peru. Sete dias em Punta Hermosa, surfando, batendo fotos e arrumando histórias para compartilhar por aqui. Com certeza surgirá muita coisa, do surf no Peru, da cultura surf no Peru, que pode ser (quem sabe…) o berço do surf mundial.

Agradecimentos especiais ao Freddy, da Surf Travel, que foi bem atencioso no pré-viagem, ao pessoal da Grendene e Mormaii (Tais, Rosilene, Simone e Luciana), que também ajudaram bastante principalmente com equipamento (colocarei um post posteriormente com um comparativo entre alguns long johns que fiz, compartilhando porque o Mormaii foi melhor…), e também ao Oscar Morante, longboarder e dono do Pico Alto Surf Camp, que deu uma força tremenda com várias informações sobre a viagem e sobre equipamentos para encarar as ondas do sul do Pacífico.

Em breve, novidades peruanas e mais frequência nos post.

Aloha!

Michael Jackson, agora em outras ondas…

Não sou fã do Michael Jackason, muito menos de seu estilo musical. Assim como também não sou fã de ópera, de sertanejo raiz… De Jackson Five sim, o som é de primeira.

Mas, o que é que um surfista faz aqui, falando sobre a morte de Michael Jackson? Qual a relação disto com o propósito do WE SURF!, que é falar sobre a cultura surf, essência do surf? Vou explicar…

O Surf me ensinou diversas coisas nesta vida. Coisas que não aprendi em casa, não aprendi com referências em outras pessoas influentes em minha vida (amigos de infância, tios próximos, avós…). Não aprendi em livros, na TV, em filmes.

Diversas coisas, que considero importantes e pilares na minha vida, aprendi no mar. Surfando. E começou quando eu tinha uns sete anos de idade, com uma prancha de bodyboard empenada, sem leash. E melhorou com uns treze anos, agora em pé na prancha. Diversas coisas, aprendi no intervalo entre uma série e outra, refletindo comigo mesmo, com Deus. Sim, foram nestes momentos que estive mais próximo de Deus, e de mim mesmo. Aprendi diversas coisas, e uma delas se chama Respeito. Respeito por tudo, e por todos que merecem.

Michael Jackson é um cara que merece Respeito. Respeito pelo que fez, pelo legado de sua música, que conquistou pessoas em diversos lugares do mundo. Aliás, a música é uma ferramenta muito importante para transmitir alguma mensagem, pois pode atingir diversas pessoas. E Michael Jackson conseguiu isso.

Jackson Five? Sem palavras… Sons muito bons, clipes muito bons, musicalidade muito boa.

E eu o respeito por isso.

Sobre sua vida, não conheço muito. Falando dos pontos negativos, sei que teve problemas com processos de pedofilia, além das diversas plásticas, da “mudança de cor” de pele…

Eu o Respeito pelos seus feitos, e principalmente pelos seus erros. Eu o Respeito pela dor, pelo sofrimento deste homem, que ao mesmo tempo que tinha tudo, muito dinheiro, sucesso, carregava um legado de culpa sem igual. Culpa pela mudança de cor e as críticas que sofreu por ter tomado esta decisão. Culpa pelo que se tornou após a batelada de plásticas sofridas. Culpa pelos escândalos com pedofilia, pelas críticas sofridas. Culpa pelos próprios atos ao final de seu sucesso.

Independentemente da dualidade que vivia, com tantos problemas e tantas ações humanitárias que participava ou financiava, eu o Respeito.

O Surf me ensinou a Respeitar cada coisa, a tirar uma lição de cada coisa que me acontece na vida. Seja em um dia difícil e pesado de surf, ou no exemplo de vida de alguma pessoa. E não só em exemplos positivos, mas também em negativos.

Respeito o Michael Jackson pela força (que não sei de onde tirou) que ele teve para viver suportando toda a dor de suas próprias decisões em paralelo com o império de seu sucesso.

Não sei se eu teria esta força, e por isso eu o Respeito.

Onde quer que ele esteja, agora sei que está livre desse peso da vida, livre desse materialismo que conquistou. Agora está podendo caminhar sem pesos, entre brancos, negros, amarelos, pardos, orientais, todos sem cor, todos iguais.

Michael Jackson agora surfa em Outras Ondas.

Aloha, Michael.

ps.: aí fica uma das grandes mensagens de Michael Jackson, que julgo ser uma tentativa de aliviar o peso que carregava pela decisão da mudança de sua cor de pele. Uma grande demostração contra o racismo, que Respeito também:

Neco Padaratz de volta

Neco Padaratz Fiquei muito feliz em saber que o Neco Padaratz estará de volta ao WCT. Saiu lá no Waves. Admiro muito seu estilo de surf, sua pegada em vários tipos de onda é inegualável…

Como já apontei anteriormente em algum post do passado, eu não curto muito o estile de surf dos brasileiros que estão atuamente no WCT, com excessão do Mineirinho, que manda muito bem. Então, para mim, teremos agora mais uma brasileiro com estilo, com linha de surf desenhada e atitude nas manobras, sempre bonitas de se ver…

Tudo bem que ele está com trinta e poucos anos e vai competir com a molecada da casa dos vinte anos, mas vale a experiência nessa hora, e sempre é bom ver esses caras surfando, dá para aprender e evoluir muito.

Neco estava fora por problemas de saúde, estava com uma lesão na coluna/região lombar, e agora está voltando, antes do previsto. Competirá em Lower Trestles, no WQS, para estrear, e por aí vai. Quem sabe em 2010 ele consiga um dos wild cards por contusão para voltar ao WCT…

É isso aí, Neco! Vai com a mesma determinação que você teve para a sua recuperação que os resultados virão! Neco Padaratz

Aloha!

Eddie didn’t come (neste ano…)

Ontem foi o último dia do intervalo para o The Quiksilver In Memory of Eddie Aikau, e como sabem, neste ano ele não aconteceu. Não rolou um swell monster que segurasse a responsabilidade em homenagear este ser.

Neste ano, não rolou.

Talvez, Eddie esteja preocupado com outras coisas no momento…

Onde quer que ele esteja, está em uma onda diferente,

grande, mas suave,

pesada, mas muito mais leve do que aqui.

A responsabilidade não está mais em salvar os que estão em perigo dentro do mar,

e sim em orientar aos que entrarão ao mar,

com toda sua história que aqui ficou quando ele partiu.

Neste ano, Eddie didn’t come, mas se estivesse vivo nesta Terra,

Eddie would go. Sempre.

Eddie

Aloha, Eddie!

Mormaii Neocycle: sustentabilidade

Aqui no Brasil, infelizmente, não há muitas indústrias da surfwear que se preocupam com o meio ambiente e sustentabilidade, apenas algumas poucas e boas. O que vejo é uma ou outra OGN fazendo alguma ação aqui ou alí, sempre localmente, até por falta de apoio e verba, o que é compreensível no mundo em que vivemos.

Há algum tempo a Billabong e Element, ambas do grupo GSM, começaram a desenvolver uma pequena parte de seus produtos a partir de matéria-prima sustentável, como algodão orgânico (camisetas Element), que não utiliza insumos químicos na produção, e uma bermuda feita de PET reciclado (Billabong). Porém, foram desenvolvidos no exterior e não houve nenhuma ação aqui no Brasil para divulgar isso, apenas um ou outro anúncio.

Eu particularmente acredito que as marcas mais próximas do surf (as que fabricam muito mais produtos voltado para a prática do surf do que para a moda) deveriam aumentar o uso de materiais reciclados, além de divulgar e realizar ações que incentivem a sustentabilidade. Afinal, o surf está 100% ligado à natureza, dependemos disso para nossos momentos de alegria, de felicidade, de satisfação e evolução espiritual (para mim, isso é o surf), e nada melhor e mais justo do que fazer algo para ajudar a salvar a degradação ambiental.

A Siebert Surfboards faz pranchas de madeira, que apesar de serem literalmente de “árvores”, é um material biodegradável que reduz absurdamente o impacto ambiental causado por uma prancha comum (madeira é 100% boidegradável), além de ser muito mais durável. Uma sacada animaldo Felipe (shaper). É apenas uma das milhares de fábricas de pranchas, mas já é um movimento (valeu Felipe!).

Recentemente descobri também, em alguns anúncios e comentários no WE SURF!, uma iniciativa muito boa para o segmento de surf, feita pela Mormaii, que é 100% brasileira e conhecida no mundo todo… Os caras estão a mais de 30 anos no mercado fabricando roupas de neoprene, não só para o surf mas para tudo que é esporte na água, e agora inovaram ao começar a fabricação de chinelos e sandálias de neoprene reciclado, a Mormaii Neocycle. As sandálias são fabricadas a partir do neoprene velho, aquele que iria para o lixo comum e que já surfou uma penca de lugares, além de retalhos que seriam descartados. Para quem não sabe, neoprene vem do petróleo, ou seja, polui, e muito, e reciclar derivados de petróleo sempre é a melhor opção do que descartar.

Vejam o comercial das sandálias:

Além de fabricar e comercializar, a Mormaii também está incentivando a reciclagem em uma ação bem bacana: se você comprar uma roupa de neoprene nova nas lojas da Mormaii e deixar o seu antigo john para reciclar, ganha um kit Mormaii Neocycle com camiseta, toalha, saco ecológico, chaveiro e chinelo da marca. Ou seja, os caras estão investindo para produzir cada vez mais produtos reciclados. Isso movimenta o mercado para que outras empresas do segmento sigam o exemplo.

Mormaii NeocycleE tem mais, no meio deste mês entrou no ar uma promoção para divulgar as sandálias: três surfistas vão surfar de sandálias Neocycle e os vídeos desta parada serão colocados no site do produto. O surfista que receber mais votos e a pessoa que direcionou mais votos para este surfista ganham uma viagem para o Peru, além de vários produtos da Mormaii. Quem quiser participar, é só entrar no site da Mormaii Neocycle. Eu já estou por lá…

Vale conferir:

 

Esse tipo de ação promocional é histórica, eu particularmente não lembro de uma marca 100% brasileira (até as gringas mesmo) que tenha feito uma ação deste porte, com um prêmio bom, e que ainda estivesse ligada à preservação ambiental e à sustentabilidade (que por conceito é bem mais do que preservar a natureza).

Fica aí a dica. Vamos tentar um mundo mais limpo, e consumir produtos mais limpos quando houver a opção.

Aloha, soul surfers!

Dave “Rasta”: Life Like Liquid

Gosto muito de assistir bons filmes de surf, e na minha busca, encontrei um novo (para mim), que deve ser muito bom. Ainda não assisti pois provavelmente não tem aqui no Brasil para vender…

Descobri o filme enquanto ouvia um som muito bom no PC de uma migo no trabalho, um reggae numa batida mais rápida. Perguntei quem era e ele falou: “sei lá, um amigo me passou umas músicas e eu curti essa, é de um filme de surf…”. Peguei o nome da música (pois no mp3 não tinha nem o nome da banda) e joguei no “pai Google” e descobri de onde vem: é de um filme do Dave Rastovich, o “Rasta”, que envolve muita música, improvisada, e umas imagens alucinantes!

É uma “coletânea” com várias imagens de sessões de surf e de música, feitas na hora, na casa dos camaradas… é até meio difícil de explicar, e no começo do trailer há uma frase descrevendo o trabalho: “…o plano era não ter um plano.. todo movimento, totalmente espontâneo…“.

Melhor vocês assistirem do que eu tentar explicar:

É muito bom, assistam que vale a pena.

Quanto à trilha sonora, essa eu consegui, e também é extremamente bom, fazia tempos que eu não escutava algo neste nível, muito bem tralahado e tocado. E em algumas músicas, a percussão é por conta do Rasta.

Dá uma olhada neste clipe, lançado agora em dezembro de 2008, com algumas imagens do filme e das sessões de música, é muito bom (e é da música que eu falei lá em cima):

Quem quiser ouvir um pouco da trilha do filme antes de comprar, aqui tem.

Não sei se é porque sou meio fã do Rasta, do seu estilo de surf e de vida, mas realmente é melhor vocês avaliarem do que eu falar, pois serei totalmente parcial e posso valorizar demais… Afinal, o filme e as músicas são muito bons mesmo.

Aloha.

2009 vai ser “clássico”

O primeiro pôr do sol de 2009

Galera, antes de tudo, um ótimo 2009 para todos! Agradeço por estarem aqui, acompanhando as postagens e contribuíndo nos comentários!

Se minhas palavras lhe serviram para despertar algum sentimento, eu agradeço novamente. O surf é isso, uma constante evolução, e totalmente dependente da vontade da nossa mãe natureza. Ela é quem dita as condições, e nós é que aproveitamos disso, não só pela parte prática de surfar, mas principalmente pela bagagem que temos dentro de nós: nossos sentimentos, conhecimentos e sensações, que são todas despertadas no simples ato de surfar…

Que em 2009 esses momentos se repitam, e que nós, escritores e leitores de bons blogs (principalmente os leitores), possamos aproveitar de toda essa atmosfera da cultura surf.

Essa foto eu tirei no dia 01/01/2009, o primeiro pôr do sol que presenciei no ano, e no litoral, em Boracéia. Um lindo dia, com uma galerra 100%, no primeiro dia do ano. Boas energias abrindo o ano.

Graças a Deus e a mãe natureza, pude desfrutar de boas ondas na Vermelha do Norte e na Toninhas, em Ubatuba (ainda em 2008, antes da virada), e principalmente em Cambury e Baleia (em um dia pequeno, de long), em São Sebastião. Não peguei nenhum “marzão”, mas peguei boas condições que me renderam bons momentos…

Do dia 28/12 até o dia 03/01, acordava todo dia às 6h00 e entre 6h45 e 7h00 já estava na água, sempre com uma galera alto astral, sem confusões ou discussões. Afinal, quem estava alí nesse horário era para surfar, e não arrumar confusão, disputar onda.

Algo me diz que 2009 vai ser “clássico”.

Grande abraço a todos que acompanham, e “vamo que vamo” de volta nas postagens!

Aloha, amigos.

Renato Ferrari

Mais um ano

Ubatuba

Agradeço a todos que passaram por aqui neste ano, lendo, comentando, ou tirando algum conhecimento das minhas humildes mas sinceras palavras. Todos vocês fazem parte disso.

Mensagem de final de ano: vivam. Estamos aqui só para isso, então vamos aproveitar nosso tempo para isso.

Para mim, viver é conversar com amigos, família, desconhecidos que encontramos pelas trips.

É acordar e agradecer por esta vida.

É estar ao lado de pessoas especiais, de bom coração, pois com certeza, é a convivência que nos faz evoluir.

É ter fé, independentemente da religião de cada um.

É respeitar a fé de cada um, pois Deus é um só, as religiões é que são várias, e absolutamente todas criadas pelo ser humano, e não por Deus.

É contemplar a natureza, um pôr do sol, uma paisagem, uma música.

É surfar. Sempre.

Deixo aqui um forte abraço a todos, desejando um maravilhoso natal (um pouco em cima da hora) e um ano novo perfeito!

Nos vemos no dia 05/01!

ALOHA!

ps.: entre hoje e o dia 04/01 estarei viajando (e surfando as marolas do verão no L.N. de SP), mas tentarei soltar alguns posts dentro do possível.

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