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Calmaria

Se esse verão fosse como no ano passado, a alma estaria n ma calmaria quase muda, assim como está o mar por estes dias (aqui em São Paulo pelo menos)…

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Nem tudo é do jeito que queremos, na hora que queremos, na queda que queremos.

Mas o mar sempre é salgado. A essência é sempre a mesma.

Aloha e paciência, pois um dia elas voltam.

Festivalma 2009

Galera,

só uma mensagem: quem foi, foi. Showzasso do Jake Shimabukuro e do The Beautiful Girls, muita arte, telas, esculturas, filmes, fotos. Muita cultura surf.

O que acho mais interessante neste evento é que, quando estamos na “vida real” (se é que esta é a real), no trabalho, ninguém conhece as bandas, os artistas. Aí você chega no evento, assiste o show de uma banda que quase ninguém do trabalho, da faculdade, conhece, e  está todo mundo cantando, todo mundo conhece as músicas, muita gente conhecem os trabalhos expostos, as fotos…

Isso é estar em casa, estar no seu mundo, e descobrir que há outros como você, que se achava diferente do mundo. Isso é sintonia, sinergia. O surf é isso, uma linguagem única, que o africano, o brasileiro, o australiano, o indonésio, o peruano, o californiano, etc, entendem, mesmo falando outras línguas.

Um residual para quem perdeu, logo abaixo. Vídeo que achei no youtube do The Beautiful Girls:

Algumas fotos dos dois shows e da arte:

Esta separei da galeria pois merece destaque. Olha a felicidade estampada no rosto e a sintonia com o ambiente:

Sinergia

Com certeza, quando minha filha nascer (em algum dia sei que terei uma filha), vou lembrar desta foto.

Agora só no ano que vem…

Aloha!

Festivalma 2009: algumas atrações

Caros leitores, um consolidado das atrações que considero mais importantes no Festivalma 2009:

A Fly In The Champagne: Kelly Slater e Andy Irons surfando juntos, sem a lycra de competição… muito bom:

One Track Mind: mais uma produção fantástica dos irmãos Malloy, show de imagens, como sempre:

The Present: esse é outro classico do Thomas Campbell. Dispensa comentários (só um, vai – olha a primeira onda deste trailer…):

Jake Shimabukuro: como já apontei anteriormente, é um havaiano que destrói, no bom sentido, o ukelele. Assistam mais esse, todo dedilhado:

The Beautiful Girls: esse vale colocar dois clipes, das antigas, o primeiro, pela letra, que é animal (Freedom – vale muito ouvir esta música durante alguns dias antes de dormir e ao acordar), e o segundo, pelo ritmo:

Clark Little: fotógrafo insano que bate umas fotos no inside. Mas é bem no inside mesmo. Beeem mesmo. Dá uma checada:

Foras estes grandes ícones, que agregam muito ao surf nosso de cada dia, vai ter muita coisa boa: Marcelo D2, Tommy Guerrero, Yusuke Hanai, Thomas Campbell (também com as pinturas, além dos filmes), Kelly Slater… E por aí vai.

Nos vemos lá!

http://www.festivalma.com.br

Aloha, porque surf é amor!

Surfwear bacana: Cotton Project

Moda sempre tem a ver com surf, ou surf tem a ver com moda, sei lá…

E infelizmente, hoje a surfwear está meio “igual”, um inventa uma coisa diferente, daí todas as outras marcas criam algo semelhante, e se você compra algo para se sentir diferenciado, se dá mal, pois daqui alguns dias você vê alguém com um pano igual ao seu.

Quando conseguimos algum produto diferenciado, na maioria das vezes (ou sempre), ele é bem mais caro do que as marcas regulares de surfwear, que já são bem caras! Pelo menos eu não pago R$ 60/70 em uma camiseta de alguma marca de surfwear, só porque tem a marca X, sendo que se eu lavar umas três vezes a camiseta está toda tora, com a gola esgarçada (falo isso pois já aconteceu, e com grandes marcas…). Prefiro pagar um pouco mais caro por uma peça que pareça nova até a 10ª lavagem do que pagar metade do preço por uma que na 4ª lavagem já está meio “tosca”. Fora o design, o tecido melhor, a estampa mais cool, o corte que veste 100%.

Lá no V Santos Surf Festival conheci uma marca que parece ser bem legal. Chama-se Cotton Project. Tem um conceito muito bacana e um design e corte bem legais. Agora quanto à qualidade, vou testar e falo para vocês, pois ainda não consegui nada da marca (estou numa correria na minha vida que no horário comercial não consigo nem almoçar direito, vida de paulista é f*%$). Mas quando vi as peças e algumas fotos, chamou-me muito a atenção as cores, estampas e design, principalmente de uma bermuda (já encomendei uma) com umas listras largas e coloridas, meio retro, que não sei porquê, mas me remete a um estilo de surf mais clássico, meio Donavon, sei lá…

 Bermuda Cotton Project

E acho que isso que é o legal, é você comprar uma roupa porque ela tem a ver com você, ou que passe algum ideal que você segue. Pelo menos para mim.

A Cotton Project tem um conceito bem legal, dêem uma olhada abaixo (texto do Rafael, da Cotton Project):

“…Trata-se de uma resposta aos padrões atuais do mercado de surfware brasileiro, altamente concorrido mas ao mesmo tempo monótono e sem uma diferenciação significativa. A marca acredita na alto nível intelectual do surfista brasileiro e na existência de sub-culturas do esporte. Dessa forma, compromete-se a oferecer a seus clientes produtos inovadores, com base no design e alta influência da cultura mundial, fruto de intensa pesquisa juntamente com seus atletas, colaboradores e clientes. Vista de forma natural tanto nas prateleiras de boutiques ou surf/skateshop, a marca volta-se ao consumidor que não se contenta com produtos de apelo em massa, independentemente se o mesmo pratica um esporte de ação ou simplesmente simpatiza com os valores e o estilo de vida envolvidos nesses esportes.

A estrutura horizontal da Cotton Project possibilita uma maior interação entre o cliente e o criador do produto, fronteira no qual é muitas vezes confundida ou inexistente. Isso não só se reflete em produtos alinhados com a preferência do seu público mas também numa maior fonte de inspiração para inovação. A estrutura da marca também facilita a criação de um networking de profissionais talentosos, transcendendo assim o conceito de uma marca de vestuário para a criação de uma plataforma de interação multilateral, formando assim, uma comunidade criativa.

Independente

Nós da Cotton Project temos orgulho em ser uma marca de surfwear independente. O que isso significa? Significa total liberdade de criação e interação com nossos clientes. Por não estarmos presos a nenhum conceito desse mercado, podemos usufruir de uma infinidade de caminhos a seguir sem nos preocuparmos com o que é certo ou errado para uma marca de surfwear. Criamos, assim, muito mais do que uma simples relação de compra e venda com nossos clientes, formamos uma comunidade que agrega indivíduos critativos, de alto interesse cultural e comprometidos em retirar dos esportes que praticam muito mais do que o óbvio. Nós acreditamos na nossa marca independente.”

 Está aí a dica e também algumas imagens, dêem um check:

Cotton Project

 

Cotton Project

Cotton Project

 

Tá aí a dica… E para saber mais:

http://www.cottonproject.com.br/

http://www.flickr.com/photos/24235291@N07/sets/

Aloha!