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That’s it, that’s all… surfing the mountains

Nunca pratiquei snowboard, mas vendo este vídeo, postado lá no Almasurf.com, deu até vontade. Já que o inverno está chegando aqui no hemisfério sul, segue a dica:

Show de imagens, captadas de helicópteros, de montanhas, fauna, flora, neve. Animal. Sem mais palavras….

Vamos esperar o filme agora.

Aloha!

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Cypher Vision – show de edição

Essa é a dica do amigão Raul, assisti hoje no iPod do menino… Dá só uma olhada:

Edição muito boa de imagens, o slowmotion tem uma resolução fantástica. É feita com uma câmera que capta 1.000 frames por segundo (essas handcams comum captam cerca de 30 frames por segundo…).

Para quem quer dar uma evoluída no surf, dá para ver as manobras sendo executadas com precisão.

Muito bom!

Aloha!

Quase, Mineirinho…

Adriano Mineirinho foi um dos “intrusos” em meio aos “Cooly Kids” Parko e Fanning nas quartas de final, e venceu extraordinariamente Taj para chegar às finais.

Porém, Parko foi melhor e levou o Quiksilver Pro Gold Coast, que teve a final em Kirra, em condições muito boas e sólidas.

Confesso que não botei uma fé no Mineirinho antes do campeonato. Mas quando eu vi uma entrevista dele ao Zona de Impacto (SporTv), vi uma energia muito boa nele, no sorriso tranquilo e em suas palavras, o que me fez questionar até aonde ele chegaria no campeonato. Não arrisquei chutar a posição em que terminaria o campeonato, e confesso que fiquei surpreso ao acompanhar as quartas, semi e finais hoje, agora pouco na verdade, e inclusive comecei a torcer para ele!

Geralmente eu assisto os campeonatos e torço para quem está na onda, gosto de ver a molecada surfando e mandando bem e saindo feliz das ondas (exceto em disputas entre Kelly Slater e os outros grandes, que daí a emoção sobe na veia), e ultimamente andava meio desanimado em relação ao surf brasileiro no WCT, até mesmo pela falta de investimento nos brazucas, o que acabava prejudicando-os quase sempre em relação aos australianos, americanos, havaianos…

E fora isso, tem uma galera do Brasil que, não adianta querer me convencer, tem um surf muito feio, umas batidas meio toscas, rasgadas muito rápidas sem aquele leque de água amplo de um Joel Parkinson, sem aquela tranquilidade no tubo de um Bruce Irons, e sem a garra de um Kelly Slater. E a partir de hoje, para mim, Adriano de Souza, o Mineirinho, me traz novamente a alegria de ver um brasileiro no WCT. É a mesma alegria de ver um Teco Padaratz, um Neco, um Fabio Gouveia (e por que não citar Bruno Santos?).

Esse é o meu gosto pessoal, gosto de uma linha de surf diferente dos outros brasileiros que estão hoje no WCT. E deixo bem claro, eles surfam muito melhor do que eu, do que muita gente, são batalhadores pra caramba, passaram por uma penca de perrengues e dificuldades… senão não estariam onde estão, merecidamente. E parabéns a todos eles por representarem o Brasil nos campeonatos.

Mas gosto é gosto.

Foto: ASP Covered Images

Foto: ASP Covered Images

Parabéns Mineirinho, que este ano brilhe para você! Parabéns Parko, que literalmente arregaçou nas suas ondas da final.

Aloha, competidores!

Eddie didn’t come (neste ano…)

Ontem foi o último dia do intervalo para o The Quiksilver In Memory of Eddie Aikau, e como sabem, neste ano ele não aconteceu. Não rolou um swell monster que segurasse a responsabilidade em homenagear este ser.

Neste ano, não rolou.

Talvez, Eddie esteja preocupado com outras coisas no momento…

Onde quer que ele esteja, está em uma onda diferente,

grande, mas suave,

pesada, mas muito mais leve do que aqui.

A responsabilidade não está mais em salvar os que estão em perigo dentro do mar,

e sim em orientar aos que entrarão ao mar,

com toda sua história que aqui ficou quando ele partiu.

Neste ano, Eddie didn’t come, mas se estivesse vivo nesta Terra,

Eddie would go. Sempre.

Eddie

Aloha, Eddie!

Andy & Slater: rivalidade?

Slater e Andy Irons. Esses dois nomes sempre é um sinal de rivalidade para qualquer um que acompanhe os campeonatos disputados por eles.

Na minha opinião, se essa rivalidade existe ou existiu, provavelmente foi plantada pelos patrocinadores, que são grandes rivais na indústria.

Enfim, agora em março será lançado um filme com Slater e Andy juntos em uma trip à Indonésia. Não sei se é mais uma jogada dos patrocinadores, porém, nos últimos anos, em alguns sites gringos, eu cheguei a ver diversas fotos dos dois juntos, em momentos de descontração total, e até surfando juntos.

Acho que o filme será interessante. Afinal, surf é união, amizade.

A Fly in the Champagne será lançado no dia 15 de março nos EUA. Assistam o trailer:

Vamos esperar para ver quando sai no Brasil…

Aloha!

ps.: dá para assistir o trailer em melhor qualidade no blog do MaiNe!

Atualizando: no Surfline.com há um trailer com outras imagens muito boas também, vale conferir:

http://www.surfline.com/video/trailers/fly-in-the-champagne-teaser-2_22272

Eddie Would Go…

O sino foi tocado, agora é só esperar.

Se um dia você tiver medo de alguma situação, seja no surfe ou na vida, avalie se hápossibilidade de dar certo ou não, se o resultado será benéfico ou não. Toda situação envolve um risco e depende de sua capacidade de estar ou não preparado para superá-las. E estar preparado não significa seguir em frente, pois, às vezes, aceitar a falta de preparo exige muito mais coragem.

Esta avaliação se chama respeito. Por você, pela vida e pela natureza, que com certeza está te mostrando algo com a situação. Aprenda com esta situação.

“…você teve medo de ir, mas Eddie iria.”

Algumas fotos da maravilhosa cerimônia de abertura do “The Quiksilver In Memory of Eddie Aikau”, que rolou no dia 05/12:

Fotos: site oficial do campeonato.

Vamos rezar para o campeonato rolar…

Aloha!

Hawaii só esperando

Previsão para segunda-feira, 01/12

Se depender do mapa da previsão, Sunset vai ter altas para terminar o O’Neill World Cup of Surfing, segunda etapa da Famosa Tríplice Coroa Havaiana

E pela cor do mapa, quem sabe role até o The Quiksilver In Memory of Eddie Aikau, aí sim vai ser bacana. Bruce e Andy Irons, Carlos Burle, Ross Clarke-Jones, Makua Rothman, Tom Carrol, Shane Dorian, e claro, Kelly Slater. Tem mais grandes nomes, mas estes em especial me deixam com uma boa espectativa de que o negócio vai ferver. Só casca grossa.

Vamos ter fé, como os antigos havaianos. Aí o mar sobe.

Aloha.