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Mat McHugh no Festivalma 2011

Mat McHugh vem mais uma vez para o Brasil. Nas outras vezes, veio com a banda toda (The Beautiful Girls), e agora vem sozinho. Pelo que li em sua página do Facebook, vai tocar junto com ele o Felipe, um gaitista muito bom… Era da banda, e é brasileiro, e tive a honra de conversar uns 10 minutinhos com ele no Festivalma do ano passado, na frente do palco enquanto eu tirava algumas fotos. Gente boníssima, como sua música.

Eu gosto muito das músicas do início do The Beautiful Girls, que são mais cleans do que as mais atuais. Pelo que ouvi da carreira solo do Mat, ele traz essa simplicidade novamente para as músicas. Sensacional, voltando com classe às origens e fazendo um som animal.

Dá uma checada neste som, que conheci lá no site do Festivalma:

Som para ouvir depois de uma session clássica de surf, deitado numa rede. Ou alí embaixo daquela árvore, no gramadinho na frente do Seu Álvaro. Quem conhece sabe.

Fora o violão que o Mat usa, um Cole Clark, sensacional também, construção toda australiana. Quem conhece sabe também.

Como sempre, este Festivalma promete, assim como os anteriores.

Aloha, hermanos.

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Obrigado, oceano

E mais uma sexta-feira, dia 09 de julho, aniversário de São Paulo. Nada melhor do que sair desta cidade para comemorar!

4h00 da manhã toca o despertador. 5h00 já estou na Imigrantes com meu amigo Raul, companheiro de trabalho e do surf.

Previsão de meio metrinho só, meio de sul, de sudeste. 6h30 atravessamos a balsa e às 7h15 já estamos dentro do john, água bem fria, mas azulzinha… Dito e feito: meio metrinho às 7h30, e ainda sem crowd nenhum. Surfamos até umas 9h00 sem ninguém na água aquele meio metrinho, bem formado, bem divertido, bem soul surf.

Saí um pouco da água, meia horinha, e depois uma nova queda, já crowdeado, fazendo valer a regra “feriado é igual a crowd”.

Acordar muito cedo, atravessar uma trilha de 20 minutos, enfrentar algumas outras dificuldades… e surfar sozinho num feriado? Vale cada minuto, cada centavo. E voltamos no mesmo dia, no meio da tarde para fugir do transtorno do crowd…

E quem quiser passar uns dias lá, ou encontrar um lugar para tomar um banho, bater um papo com gente de lá, fica aí a dica: Camping Cantão. É só falar com o Seu Álvaro ou com o Walmir. Tudo gente boa.

Recordação deste simples dia da minha vida, e que virou até papel de parede no meu note:

Obrigado, oceano. Por mais este dia, por mais esta chance, por mais vida na minha vida. Isso é o surf para mim.

Aloha.

Praia Branca, dia 14/05

Caros colegas leitores, em primeiro lugar, desculpem-me pela ausência de posts. Minha vida profissional está me consumidor de uma forma que nem eu sei mais quem eu sou… Daqui a pouco dou uma de Rob Machado no The Drifter, chuto o balde e corro pro abraço, hehe.

Dentre tanta correria, consegui tirar a sexta-feira (14/05) no meu trabalho. Ainda na quinta dei uma olhada na previsão das ondas: sudeste, 1,5 m, 11 segundos, vento de oeste. E agora? Que praia quebra nestas condições e sem crowd? Depois de tanto trabalho, tanto stress nas últimas semanas, eu só queria chegar em uma praia às 7h00 da manhã, olhar alguns minutos para o mar, e surfar sozinho, pensando na vida, agradecendo por ter pelo menos este dia na minha vida.

Guarujá, Maresias, Camburi… vários picos surgiam na minha mente, porém, nem todos funcionam nestas condições, ou pior, funcionam bem e estariam crowdeados. Solução: Praia Branca, aquela que se acessa por uma rápida trilha a partir da Balsa Guarujá/Bertioga.

Se estava bom? Vejam as fotos e comentem..:

Praia Branca clássica

Praia Branca clássica

Praia Branca clássica

Praia Branca clássica

SNI na Prainha

SNI na Prainha

SNI na Prainha

SNI na Prainha

Lá no canto esquerdo, na frente do camping do Seu Álvaro

Resumindo, dei sorte, e consegui aliviar a mente por pelo menos um dia de surf, com altas. Sozinho praticamente.

Aloha!

Atualizando: a matéria saiu no Waves também – http://waves.terra.com.br/surf/fotos//praia-branca-segura-a-onda/41627