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Mais um ano…

Mais um ano passando, como um swell. Posso dizer que foi um bom swell. Nunca estive com tanto trabalho, e posso afirmar que nunca surfei tanto. Não digo em frequência de surf, mas em qualidade. Embora minha vida estivesse uma ressaca de trabalho, consegui dar umas fugidas para uns bate-voltas clássicos.

Eu posso afirmar que agora conseguimos formar uma galera boa para os bate-voltas, todos conseguem de uma forma ou outra fugir desta cidade, enfrentando as “dificuldades” que a vida coloca (trabalho, compromissos familiares, “afazeres do lar”, e por aí vai…) e conciliando nossos sagrados tempos para um bate-volta.

Tivemos quedas fantásticas em uns picos conhecidos, outros nem tanto, mas o surf foi garantido, e só temos a agradecer. Claro, devo desculpas pela ausência por aqui, mas com certeza eu não abandonei o surf, só não apareci por uns meses.

Fotos do surf? Quase não tem, ninguém quer perder tempo batendo foto, sempre levamos uma câmera boa, mas neguinho só quer ficar dentro da água… Então tem alguns registros genéricos dos bate-voltas, e vale a pena olhar, pois sempre trazem boas recordações. Só quem surfa sabe, e só quem faz a barca sabe ainda mais:

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Quase todas as fotos do Raul, só as cinco últimas são minhas. 99% tiradas do celular, algumas tratadas com estes filtros que estão na moda…

TODAS retratam a essência do surf para nós.

Que 2012 seja preenchido com essa essência, e o resto é consequência.

Aloha!

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Jack Johnson + Emmett Malloy = surf(video)music

Tá aí, este é o resultado da equação. ou melhor, este aqui é o resultado:

Boas imagens, boa edição, boa música. E dá sequência ao último post, com algumas filmagens subaquáticas bem legais.

Aloha!

Obrigado, oceano

E mais uma sexta-feira, dia 09 de julho, aniversário de São Paulo. Nada melhor do que sair desta cidade para comemorar!

4h00 da manhã toca o despertador. 5h00 já estou na Imigrantes com meu amigo Raul, companheiro de trabalho e do surf.

Previsão de meio metrinho só, meio de sul, de sudeste. 6h30 atravessamos a balsa e às 7h15 já estamos dentro do john, água bem fria, mas azulzinha… Dito e feito: meio metrinho às 7h30, e ainda sem crowd nenhum. Surfamos até umas 9h00 sem ninguém na água aquele meio metrinho, bem formado, bem divertido, bem soul surf.

Saí um pouco da água, meia horinha, e depois uma nova queda, já crowdeado, fazendo valer a regra “feriado é igual a crowd”.

Acordar muito cedo, atravessar uma trilha de 20 minutos, enfrentar algumas outras dificuldades… e surfar sozinho num feriado? Vale cada minuto, cada centavo. E voltamos no mesmo dia, no meio da tarde para fugir do transtorno do crowd…

E quem quiser passar uns dias lá, ou encontrar um lugar para tomar um banho, bater um papo com gente de lá, fica aí a dica: Camping Cantão. É só falar com o Seu Álvaro ou com o Walmir. Tudo gente boa.

Recordação deste simples dia da minha vida, e que virou até papel de parede no meu note:

Obrigado, oceano. Por mais este dia, por mais esta chance, por mais vida na minha vida. Isso é o surf para mim.

Aloha.